Dia de Análise.
Pontos Positivos : Sistema de Combate corpo a corpo continua o mesmo
das franquias anteriores .
A WB Games
Montréal praticamente não mexeu nas habilidades de luta do herói. Também, era
um sistema tão bem acabado que qualquer mexida poderia estragar tudo. O jeitão
é o mesmo: o herói pode distribuir socos e chutes para todos os lados, do jeito
que o jogador quiser, com uma fluidez impressionante.
É um sistema que abraça jogadores de todos os níveis: dá para enfrentar os inimigos somente com golpes simples e contra-ataques, mas fica muito mais divertido usando as várias técnicas disponíveis (o meu favorito é a chuva de socos depois de atordoar os inimigos - dá pra continuar esse golpe mesmo depois de um contra-ataque).
E, aqui, as pequenas mudanças surtem efeito. A introdução do artista marcial, que consegue contra-atacar seus golpes, adiciona uma camada a mais de complexidade nas lutas, principalmente se estiver no meio de um bando.
É um sistema que abraça jogadores de todos os níveis: dá para enfrentar os inimigos somente com golpes simples e contra-ataques, mas fica muito mais divertido usando as várias técnicas disponíveis (o meu favorito é a chuva de socos depois de atordoar os inimigos - dá pra continuar esse golpe mesmo depois de um contra-ataque).
E, aqui, as pequenas mudanças surtem efeito. A introdução do artista marcial, que consegue contra-atacar seus golpes, adiciona uma camada a mais de complexidade nas lutas, principalmente se estiver no meio de um bando.
Trechos da historia deixa o jogo um pouco mais envolvente .
Pra mim, a
premissa de "Arkham Origins" tinha bastante potencial, contando a
história de um Batman ainda em formação. E, embora o começo não atenda essa
expectativa, o roteiro começa a engrenar - atenção para o pequeno 'spoiler' -
quando o Coringa toma as rédeas. A dublagem em português do palhaço ajuda
muito, pois está muito parecido com a interpretação original.
Arkham continua a mesma .
O game não
mudou em sua essência: você continua controlando aquele Batman que é capaz de
fazer coisas incríveis e explorar livremente uma Gotham City sombria e cheia de
detalhes. Como sempre, o deslocamento é geralmente feito pelo alto, usando o
arpéu para se locomover de um prédio a outro, enquanto procura realizar as
várias missões que o game oferece.
A gama de objetivos, que era soberba em "Arkham City", parece menos diversificada e criativa, privilegiando mais as missões de combate, e menos as que ressaltam o lado detetive do herói. É uma pena, mas, pelo menos, há muita coisa para fazer na Gotham City de "Arkham Origins". Os quebra-cabeças também não estão tão inspirados como antes.
Batman continua com vários 'gadgets' (o jogo chama-os de 'aparelhos'), muitos deles herdados dos jogos anteriores. Dentre os novos, a luva eletrificada é um dos objetos mais úteis (e divertidas), mas também é um dos últimos a ser liberada.
A gama de objetivos, que era soberba em "Arkham City", parece menos diversificada e criativa, privilegiando mais as missões de combate, e menos as que ressaltam o lado detetive do herói. É uma pena, mas, pelo menos, há muita coisa para fazer na Gotham City de "Arkham Origins". Os quebra-cabeças também não estão tão inspirados como antes.
Batman continua com vários 'gadgets' (o jogo chama-os de 'aparelhos'), muitos deles herdados dos jogos anteriores. Dentre os novos, a luva eletrificada é um dos objetos mais úteis (e divertidas), mas também é um dos últimos a ser liberada.
O unico jogo da franquia que tem mais Bugs e Legs .
E o mais fraquinho da franquia Batman em termos de História .
CONSIDERAÇÕES
Mesmo não
sendo tão bem acabado como os antecessores, "Origins" não desonra a
série "Arkham", conhecida pela excelência e pelo requinte. É
praticamente o mesmo jogo de "Arkham City", só que com outra
história. Ou seja, a qualidade foi mantida, mas traz poucas novidades.
Aqui, o game dá menos ênfase ao lado detetive do Batman, para no lugar incrementar as partes de luta. Enfim, "Batman: Arkham Origins" é um ótimo jogo, mas não brilha tão intensamente quanto os dois jogos anteriores da série.
Aqui, o game dá menos ênfase ao lado detetive do Batman, para no lugar incrementar as partes de luta. Enfim, "Batman: Arkham Origins" é um ótimo jogo, mas não brilha tão intensamente quanto os dois jogos anteriores da série.
INTRODUÇÃO
A série
"Arkham" de "Batman" é relativamente recente: o primeiro,
"Arkham Asylum", saiu em 2009, e encantou os jogadores com sua
mecânica fluida e sua homenagem ao Homem-Morcego, compreendendo o personagem
como poucos já fizeram. Dois anos depois, veio "Arkham City", que, conseguiu
levar a franquia um pouco mais além.
Com isso, a produtora inglesa Rocksteady ganhou uma bela fama e, por isso, causou a mim certa preocupação em relação a este terceiro game da série "Arkham", que foi feito pela WB Games Montréal. Não que esta não conhecesse a franquia - havia feito a edição "Armored Edition" de "Arkham City", para Wii U -, mas a expectativa seria bem mais alta se a Rocksteady estivesse no expediente.
Em "Arkham Origins", o Homem-Morcego está em seu segundo ano como justiceiro mascarado, e vai enfrentar uma série de superassassinos contratados pelo Máscara Negra. É véspera de Natal, e Batman vai ter uma noite daquelas.
Com isso, a produtora inglesa Rocksteady ganhou uma bela fama e, por isso, causou a mim certa preocupação em relação a este terceiro game da série "Arkham", que foi feito pela WB Games Montréal. Não que esta não conhecesse a franquia - havia feito a edição "Armored Edition" de "Arkham City", para Wii U -, mas a expectativa seria bem mais alta se a Rocksteady estivesse no expediente.
Em "Arkham Origins", o Homem-Morcego está em seu segundo ano como justiceiro mascarado, e vai enfrentar uma série de superassassinos contratados pelo Máscara Negra. É véspera de Natal, e Batman vai ter uma noite daquelas.

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