ZGB Start: XMA X5 terá torneio de Dota 2 e Counter-Strike / Blizzard cancela um jogode MMO depois de 7 anos / Vídeo mostra Steam Machine por que não conseguiu amá-lo.
XMA X5 Mega Arena terá torneio de Dota 2 e Counter-Strike: Global Offensive.
A XMA X5 Mega Arena deste ano terá uma grande novidade: está confirmado para a segunda edição do evento um espaço de 500 m² exclusivo para campeonatos de Dota 2 e Counter Strike: Global Offensive.
Ao todo, são 40 computadores com jogos free-to-play, palco para equipes profissionais, área para transmissões ao vivo, telão com painéis de LED e sistemas de som poderosos. Serão 22 times competindo e os prêmios somam mais de R$ 10 mil. As partidas intercaladas começar a partir das 10 horas e vão até às 22 horas.
Dota 2
Esse torneio será disputado por seis equipes. Quatro são convidadas (paiN Gaming, Ultimate Legion X2, Yakuz4 e THD), enquanto as outras duas (Jayob e Keyd) foram classificadas em qualificatórias em todo o Brasil. São confrontos de melhor de três – passa para a próxima fase quem vencer dois jogos em formato "double elimination", com repescagem para quem for eliminado no início. A equipe campeã recebe premiação de R$ 3,5 mil. Quem levar a prata fica com R$ 2,1 mil e os terceiros e quartos colocados ganham R$ 700.
Counter Strike: Global Offensive
O campeonato do FPS é formado por 16 times. Doze deles foram classificados em eliminatórias (Baixíssimo Nivel, SKC Gaming, Dynasty Knight, army5, smile to death, wArning team, Nice Helmets, Revenge, Dream Team, TO THE TOP, RampageKillers, GFX e-Sports) e há quatro equipes convidadas (KaBum, PG.TD, Majestic Gaming e Team Inflames). O prêmio é de R$ 2 mil, mais o que foi arrecadado com a campanha “Bilhete do milagre” Até segunda-feira, 1.675 bilhetes já haviam sido vendidos. Por fim, 15 periféricos da Razer completam a premiação.
São duas etapas. A primeira, disputada na quinta e sexta-feira, será a fase de grupos, com as 16 equipes divididas em quatro chaves. No sábado e domingo, confrontos diretos que definirão as finalistas. A grande final ocorre no domingo, no palco principal do evento.
XMA – X5 Mega Arena
- Quando: de 25 a 28 de setembro de 2014
- Onde: Centro de Exposições Imigrantes – SP
- Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
- Horário: 10 às 22h
- Preços: R$49,00 (dias 25,26 e 27), R$59,00 (dia 28) e R$157,00 (passaporte)

Blizzard cancela o MMO Titan depois de sete anos de projeto.
Quem um dia esperava ver Titan figurar entre os novos MMOs da geração recebeu uma triste notícia no dia de hoje. Após anos de segredos e informações escassas, o co-fundador e CEO da Blizzard, Mike Morhaime declarou em uma entrevista para o Polygon que o projeto foi oficialmente cancelado pelo estúdio.
“Nós criamos World of Warcraft, e nos sentíamos extremamente confiantes em fazer um MMO. Dessa forma, nos propusemos a fazer a coisa mais ambiciosa que podíamos imaginar, mas ela não nos acompanhou”, inicia Morhaime durante a entrevista, relembrando que, tecnicamente, eles nunca chegaram a anunciar Titan.
“Nós não encontramos a diversão nele”, comentou o representante da empresa. “Não encontramos a paixão também. Nós conversamos como poderíamos colocá-lo em um período de reavaliação, e reavaliamos se aquele era o jogo que realmente gostaríamos de fazer. E a resposta foi não”.
O peso do cancelamento foi algo muito ressaltado pela administração da empresa. “É muito, mas muito difícil fazer esses tipos de decisão. Foi assim quando cancelamos Warcraft Adventures, e também foi difícil quando cancelamos Starcraft Ghosts. Mas tudo isso resulta em um trabalho de maior qualidade”, revela Morhaime.

Mais um MMO?
A produção de outro MMO foi algo muito questionado pelo vice-presidente da empresa, Chris Metzen. Segundo ele, dedicar muitos recursos para um segundo jogo do gênero não seria bom para a identidade que a Blizzard mantinha na comunidade. “Nós somos uma companhia de MMORPG?”, questionou. A resposta veio de Morhaime: “não queríamos nos identificar com um gênero em particular”.
No entanto, os dois não descartam a possibilidade de fazer outro MMO em um futuro, embora as intenções com World of Warcraft ainda estejam mais animadas do que nunca. “Minha esperança é que, pessoalmente, nós demos suporte à ele para sempre”, comentou Metzen.
Os dois ainda compararam o período de produção com a de uma banda de rock que dura muito tempo e começa a gerar atrito entre os membros. “Por muitos anos, Titan foi exatamente isso para nós”, comentou Metzen.
“Nós demos alguns passos e consideramos que ele tinha ganchos muito interessantes. Ele tem seu mérito pela ampla ideia, mas ela não estava encaixada. Ela não destilou, a música não fluía. Por todas as nossas boas intenções, nossa experiência ou pela criação que levamos junto, nós tivemos que decidir por isso”, concluiu.
Para os representantes, foi Hearthstone quem ajudou a empresa a sair dos modelos de grandes lançamentos. “Talvez nós possamos ser quem nós desejamos ser e inspirar os grupos ao redor da empresa para experimentar e serem criativos, pensando além da caixa e dando chances para as coisas que podem emocionar as pessoas”, reflete Metzen. “Talvez eles não precisem ser colossais”.
Afinal, o que sabíamos sobre Titan?
A primeira aparição de Titan veio em 2007, quando a Blizzard abriu algumas vagas de emprego para um projeto de um MMO de “próxima geração” e dando início a inúmeras especulações em torno da comunidade. Foi somente em 2008 que Morhaime confirmou o envolvimento e citou que ele seria totalmente diferente dos demais outros títulos do estúdio.
Os primeiros detalhes sobre o jogo só surgiram em 2009, quando o diretor de World of Warcraft, Jeffrey Kaplan, comentou em uma entrevista para o MTV Multiplayer que o Titan seria uma combinação de influências sci-fi, pós-apocalípticas e de um futuro próximo.
Um período de silêncio se estabeleceu sobre o jogo, até que em 2013 foi citado que a equipe que trabalhava no jogo foi massivamente remanejada, iniciando um trabalho de reconstrução e adiando-o para 2016. Mas foi em agosto do ano que a empresa retirou as menções do jogo na página de carreiras, deixando muitos em dúvidas sobre o futuro do game.
Os temores dos fãs, no entanto, se concretizaram hoje, pouco mais de duas semanas antes da BlizzCon 2014. Analistas dizem que o cancelamento do jogo custou para a empresa mais de US$ 50 milhões pelo tempo de projeto, embora não tenha sido o primeiro título cancelado pelo estúdio.
Apesar do alto investimento, a Blizzard deixou para trás um jogo que, mesmo sem imagens, motivou a imaginação de muitos jogadores. Sua natureza titânica, presente até no nome, vai ficar eternamente pendurada na memória dos games que nunca puderam ver a luz do dia.
Em vídeo, tester do Steam Machine explica por que não conseguiu amá-lo.
enas 300 pessoas no mundo todo tiveram a oportunidade de testar o Steam Machine, o console que a Valve está desenvolvendo. Após seis meses com o aparelho, eis que um dostesters resolveu dar um testemunho desesperançado sobre sua experiência. Apesar de ter sido um dos escolhidos, o youtuberSaharaDrac não aprovou o desempenho da máquina e não crê que o console tenha sido pensado para os verdadeiros “pcistas”.
Um dos motivos citados por ele é que o controle é estranho. Embora seja inovador, a jogabilidade nele é péssima. Durante três dias, o youtuber tentou enfrentar os desafios de Rogue Legacy, mas falhou miseravelmente contra alguns chefes. Além disso, ele citou a pouca quantidade de jogos disponíveis para a plataforma – quem tem um console da atual geração entende muito bem como é essa sensação.
Só roda no Linux
Outro tormento apresentado por SaharaDrac – que na verdade se chama Danny DeAngelis – é o sistema Linux do Steam Machine. Primeiramente, o SO é muito difícil de lidar e possui poucos programas e jogos compatíveis. Além disso, como Danny é youtuber, ele precisa trabalhar com captura de vídeos, mas o SO do Pinguim não possui as ferramentas necessárias e é muito mais difícil de lidar do que o Windows.
Embora tenha procurado maiores informações sobre a captura de jogos em plataformas Linux no Google, o resultado foi frustrante. Portanto, o tester desistiu de tentar fazer vídeos e resolveu apenas se divertir com o novo console – o que pelo jeito foi impossível.

Nem DOTA 2 é bom
A última tentativa do youtuber foi jogar DOTA 2 no console da Valve, mas ainda assim ele não conseguiu conversar com os amigos, não tinha ninguém para jogar com ele ou interagir via chat, tudo isso por que a plataforma só roda no Linux. Resumindo: a experiência foi frustrante.
Quanto ao sistema de streaming de jogos para outros locais, DeAngelis disse que não é interessante para ele, pois está mais acostumado a jogar na frente do PC. Para concluir, o youtuber pediu imensas desculpas para a Valve, o Gabe e os outros jogadores, mas afirmou que não conseguiu aprovar o Steam Machine.


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