Lançamentos da Semana: BGS 2014: The Witcher 3 / The Order / PES 2015 / Assassin' s Creed Unity / Bayonetta 2 / Mortal Kombat X

Vimos The Witcher 3 dublado em português; trabalho está profissional.

O Hype que sustenta The Witcher 3 parece ser inabalável. Nem mesmo as imagens divulgadas semana passada, que sugeriram um suposto downgrade do visual, foram suficientes para esfriar os ânimos dos jogadores. Até porque a CD Projekt Red já desmentiu qualquer boato referente a isso e reiterou que o game “não terá downgrade”.
O BJ conferiu um brilhante material que a desenvolvedora está apresentando na BGS. Brilhante, em todos os sentidos: esse é o termo que melhor define a aguardada e épica sequência da trilogia iniciada em 2007.
O desfecho, para nós, brasileiros (além do resto do mundo, é claro), terá um gostinho especial: o trabalho de localização para português que o game está recebendo, coisa que os dois primeiros não tinham. A CD Projekt Red vê no Brasil um mercado em evidência e não hesitou em investir aqui. Tudo, absolutamente tudo no jogo será traduzido: o denso conteúdo em texto com o qual você está acostumado, nomes de vilarejos, aldeias, itens, livros de criaturas, enfim, a leitura está garantida para o conforto de nossos olhos – e que colírio é o visual desse jogo, meus camaradas. Só leitura? Não: dublagem também!

Uma voz familiar para Geralt of Rivia

Sabe o ator Tom Cruise? Ou Orlando Bloom? Ou mesmo Adam Sandler, Pierce Brosnan, Denzel Washington e tantos outros? A voz de todos eles em português foi emprestada por Sérgio Moreno, dublador brasileiro que começou sua carreira cedo e hoje é referência no mercado. É ele que empresta sua grave rouquidão a Geralt of Rivia em The Witcher 3, protagonista de toda a série.
A demo apresentada na BGS já deu essa palhinha para nós, e a produção, como era de se esperar, está ficando formidável. O trabalho de dublagem conta com nada menos que 81 atores, muitos deles velhos conhecidos de séries e desenhos animados na TV. Portanto, espere por “vozes familiares” ao longo do game – e que são igualmente agradáveis.
A desenvolvedora não poupou esforços (nem dinheiro) para investir na localização do jogo, que conta com mais de duas mil páginas de diálogos e textos e cerca de 300 horas de gravações. Todo esse tempo dá vida a quase 1.000 personagens. Sim, desnecessário dizer que o mundo de jogo é colossal. Mas parece que o iceberg vai além.

Geralt, seu rouco!

A atuação está caprichada. A voz de Geralt em português é praticamente idêntica à versão em inglês. Parece até a mesma voz falando outro idioma. É impressionante, não causa estranheza alguma. O protagonista da série se caracteriza por ter uma voz rouca e grave, com falas mansas e calmas, que dificilmente se alteram em timbre, e esse comportamento é reproduzido por Sérgio Moreno de forma impecável.
A demo do game na BGS mostrou a interação do caçador de monstros com outros personagens. Um deles é Johnny, uma estranha criatura que perdeu a voz e sinaliza ajuda a Geralt para recuperá-la. O bruxo, então, segue o estranho ser até um local inóspito e, lá, encontra uma senhora que pede a cabeça de um monstro em troca da informação necessária. Num primeiro momento, a fala da mulher soa estranha. Ela é velha, mas a voz parecia estar um tanto  jovem. Contudo, descobriu-se mais tarde que ela se comunica com outros espíritos e que, por isso, existem alterações no timbre de sua voz. A naturalidade das falas e a reação às perguntas de Geralt estão bem naturais, sem sotaques, puras e convincentes.
O vídeo foi exibido recentemente pela CD Projekt Red (trata-se de uma demonstração da Gamescom), mas nunca havíamos conferido um material em português ainda. O conteúdo é este aqui (em inglês): 

A apresentação totalmente em português da BGS está sendo realizada a portas fechadas e com avisos de não fotografar nem filmar nada.

Admirável mundo enorme e combate brutal

Como vocês podem conferir no vídeo acima, é possível ter uma (minúscula) noção da geografia do mapa. Como o mundo de jogo é colossal, a parcela dessa noção é mínima. Na demo, Geralt perambula pela cidade de Novigrad e depois segue estrada até No Man’s Land, região traduzida aqui como “Terra de Ninguém”, um local inóspito e hostil devastado pela guerra e pelas criaturas que ali habitam.
O vídeo tem quase 35 minutos e mostra trechos generosos do sistema de combate. Seguindo a cartilha dos dois primeiros games, o que se tem na pancadaria é uma mistura de hack’n’slash com estratégia, num sistema que exige, do jogador, reflexos e táticas. Reflexos porque é preciso ter timing ao executar os comandos (a coisa não se resume a esmagar botões), e táticas na medida em que Geralt tem à mão magias e poderes de bruxo. Cada poder incide um dano específico a determinadas espécies de criaturas.
O visual dispensa comentários. O protagonista passa por cidades, vilarejos, pântanos e cavernas enquanto dilacera inimigos à vontade. O combate é brutal: asas, braços e cabeças são arrancados sem jamais “sumirem” da área. A fotografia está impecável: cada elemento do cenário foi minuciosamente cuidado para que a direção de arte tenha o primor que a CD Projekt Red busca.
A indústria definitivamente agradecerá a existência de The Witcher 3. E nossos olhos também, porque o colírio está caro. O título será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC em fevereiro de 2015.

BJ jogou: The Order: 1886 é mais para ver do que jogar.

 Um dos games mais aguardados do PlayStation 4, The Order: 1886 pode ser conferido no estande da Sony dentro do Brasil Game Show. Porém, venha preparado: a fila é demorada por conta das apenas quatro cabines de teste.
Propagado como uma "experiência cinematográfica" pela produtora, o jogo realmente surpreende no quesito gráfico e nas cenas de corte que parecem um filme. Está aí um dos games mais bonitos do PlayStation 4.
Em contrapartida, a partir do momento em que o jogador assume os controles, a experiência não é tão boa assim. Não que o game seja ruim, mas é tudo muito normal, quase genérico. Parece que o jogo não exige nenhuma estratégia: basta se proteger atrás de uma parede e mandar bala.

Bonito e ordinário

Os tiros normais parecem quase inúteis, pois se espalham. O único ataque que se mostrou eficiente foi o Termite, que parece um sinalizador e distribui fogo em uma grande área. Mais uma vez, o disparo é um espetáculo visual.
A demonstração é curta – dá para terminar em dez minutos –, e o que o que se viu foi um game que se esforça muito em parecer com um filme nos mínimos detalhes, mas esquece de olhar com um pouco mais de carinho aquilo que os grandes jogos têm: magia.
Exclusivo para PlayStation 4, The Order: 1886 está previsto para sair em 20 de fevereiro de 2015.

Serviço

Brasil Game Show
Endereço: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo (SP)
Data e horário: de 8 a 12 de outubro, das 13h às 21h
Ingressos: somente pelo site (dias 11 e 12 esgotados)

BGS: Série PES terá novos modos de jogo e futsal já existe em demo jogável!.

Maior feira de jogos da América Latina, a Brasil Game Show não poupa o pobre coração dos jogadores brasileiros com mais novidades da indústria nesse segundo dia de feira (primeiro aberto ao público). Em entrevista feita hoje (9) no estande da Konami, Manorito Hosoda, produtor de marketing de PES 2015, soltou uma bomba para os fanáticos pelo game: a franquia de futebol deve abrigar em breve diversos novos modos de jogo, incluindo a modalidade mais ágil do esporte, o futsal.
Apaixonado por futebol, Hosoda engatou em uma conversa descontraída com os jornalistas e revelou que novos estilos de jogo estão na mira da Konami. Porém, o interesse não se limita só a sondar os modos como possibilidade, uma vez que a empresa já deu o pontapé inicial no projeto e trabalha internamente com uma versão jogável de futebol de salão no PES. Infelizmente a demo é restrita para alguns poucos sortudos japoneses, mas isso já significa que poderemos conferir num futuro não tão distante o brasileiríssimo Falcão brilhando nas quadras da Konami.

Passionalidade e curvas

Além de futsal, Hosoda ainda deu uma palhinha sobre outras versões de jogatina e falou até sobre algumas peculiaridades da produção. Para a equipe de produção do game, o futebol de rua é algo extremamente desafiante de ser transportado para o mundo virtual, mas um dos estilos que mais os atrai. O fato de simbolizar o futebol raiz e mexer com as emoções de quem cresce batendo uma bolinha por aí, acaba fazendo com que uma grande responsabilidade recaia na criação dele.
O grande interesse da Konami é também pelo futebol de areia, que possibilita partidas rápidas, cheias de estratégias e muitos gols. Quando perguntado sobre futebol feminino, Hosoda precisou pensar um pouco antes de dar uma reposta final. Segundo ele, eles chegaram a fazer diversas capturas de movimentos de jogadoras do esporte, mas quando mais avançavam no desenvolvimento, mais viam a dificuldade de transpor o movimento das mulheres para o game.
O produtor disse que, devido ao corpo feminino ter curvas mais acentuadas, a física de PES acabava tornando tudo realista demais, fazendo com que durante chutes, voleios e investidas, algumas partes acabavam “pulando demais”. Apesar de parecer brincadeira, Hosoda disse que é difícil fazer com que tudo pareça certo, sem ter algum tipo de conotação sexual.
Enquanto os novos modos entram em campo, em breve será possível curtir a versão completa de Pro Evolution Soccer 2015, que tem previsão de lançamento para 13 de novembro deste ano em versões para Xbox 360, PlayStation 3, Xbox One, PlayStation 4 e PC.

BJ jogou: adaptação é essencial em Assassin’s Creed Unity [vídeo]

O lançamento em ritmo anual dos jogos da série Assassin’s Creed é algo que, embora agrade muitos fãs da franquia, fez com que outros tantos acabassem se cansando da fórmula empregada até então nos títulos. Para eles, as mudanças introduzidas ou não foram o bastante para justificar o espaço curto entre um game e outro, ou então simplesmente serviram para afastar os títulos cada vez mais de sua proposta inicial: a de ser um assassino silencioso e letal.
No entanto, a Ubisoft resolveu fazer da entrada da série na última geração de consoles a oportunidade perfeita para reformular as mecânicas já desgastadas dos episódios, tornando Assassin’s Creed Unity ao mesmo tempo um retorno às origens e um ponto de inovação. Aproveitando que o jogo está disponível para testes na BGS deste ano, a equipe do BJ foi conferir se o jogo realmente se mostra tudo aquilo que foi prometido.
Na demonstração, jogamos a missão já exibida pela empresa anteriormente, em que o protagonista Arno Dorian tem que executar sua primeira missão como um assassino formado. Prontamente somos então lançados dentro da falada “Caixa Preta” de Unity, com uma série de objetivos que podem ou não ser executados e que têm grandes efeitos sobre o desenrolar de suas ações para alcançar seu alvo.

Parkour, adaptação, combate e morte

Ao partir para explorar os arredores da catedral de Notre Dame, percebemos logo de início a diferença entre o novo esquema de controle para o parkour. Agora com botões dedicados para a subida e a decida dos cenários, a movimentação do herói fica bem mais dinâmica e visualmente impressionante que nos jogos anteriores. No entanto, isso vem com a necessidade que os jogadores mais antigos na série se adaptem ao sistema, o que pode causar algumas trapalhadas.
Durante o teste, tivemos a chance de encarar também o sistema de batalha para testar se realmente o nível de dificuldade subiu tanto quanto o prometido. Em um primeiro momento, enfrentamos três inimigos em um espaço aberto e, como nos outros AC, os despachamos sem sofrimento. A coisa mudou de figura, no entanto, ao combatermos seis guardas em um espaço fechado: Arno foi trespassado pelas costas antes que sequer víssemos de onde veio o golpe.
As novidades se somam ao novo sistema de furtividade para criar uma experiência realmente diferenciada da série e o ambiente sangrento da Revolução Francesa só contribui para um jogo que promete ser divertido e imersivo tanto para fãs da série quanto para quem está começando. Confira o vídeo com o gameplay acima e deixe sua opinião nos comentários. 

Demo de Bayonetta 2 já está disponível na loja online da Wii U

A Nintendo e a Platinum Games liberaram nesta quinta-feira (09) a versão demo do gameBayonetta 2, exclusivo para o Wii U.
A demo ocupa 728MB no HD e pode ser jogada quinze vezes. Nela, o jogador pode dar uma conferida no estilo de combate brutal e belo apresentado pelo game. Além disso, é possível encontrar velhos amigos e utilizar o golpe inédito Umbran Climax contra hordas de novos inimigos.
O título está com o lançamento previsto para o dia 24 de outubro nos Estados Unidos e Europa, sendo exclusivo para o console da Nintendo.

Mortal Kombat X está ficando incrível, nós testamos na BGS.

Durante a BGS 2014, tivemos a oportunidade de testar o game Mortal Kombat X. O novo capítulo da série trouxe muitas inovações em relação ao game anterior, mas apesar disso ele conseguiu manter a sua essência e continuar com tudo o que fez sucesso.
A influência de outros games também pode ser vista na jogabilidade do novo Mortal Kombat, principalmenteInjustice: Gods Among Us. A equipe de desenvolvimento empregou elementos como a interatividade dos cenários, e isso pode ser uma tática incrível durante as lutas.
Os cenários são belos e incrivelmente complexos, cheios de detalhes em movimento. Em um cenário em especial é possível ver as ondas do mar quebrando na borda do cenário enquanto a luta acontece.
Os cenários trazem diversos pontos diferentes de interação e esses pontos podem funcionar de formas diferentes: enquanto uns funcionam como uma espécie de trampolim para que o seu jogador seja arremessado para longe do adversário, outros podem ser utilizados como arma.
No cenário do mercado, por exemplo, várias pessoas caminham pelas ruas, inclusive uma pobre senhora. A parte mais maluca é que você pode transformá-la em uma arma e arremessá-la sobre o adversário. Ao acertar o inimigo, a pobre vítima (a senhora, nesse caso) se arrasta para fora do campo de batalha apenas para morrer lentamente. Trágico, e sadicamente divertido.
Nesse mesmo cenário também existe um animal selvagem que pode servir de plataforma para voar para longe do inimigo. Basta pisar sobre ele enquanto ele dorme no meio da luta.
Já no cenário da floresta, os elementos chave são as árvores. Enquanto alguns galhos servem como arma, outros funcionam como plataforma. Tudo se encaixa perfeitamente na ação e esses movimentos podem ser executados de forma natural. Basta pressionar um botão para estar atrás do inimigo num piscar de olhos, por exemplo. Um elemento que certamente vai trazer mais diversão para as lutas.

Lutadores e estilos de luta

Outra novidade presente no jogo são os diferentes estilos de luta que cada um dos personagens possui. É possível selecionar entre até três variações de cada um deles. O mais legal é que as mudanças são relativamente sutis, ou seja, a maioria dos movimentos especiais continua igual, com pequenas exceções. A principal mudança pode ser na forma como esses golpes atingem os adversários e na estratégia de luta, pois o personagem pode estar mais lento ou mais rápido que antes.
Isso permite estratégias diferenciadas para os mesmos personagens, como o próprio Ed Boon falou: “você poderá esclher o Sub-Zero A para lutar contra o Raiden A e perder, mas poderá descobrir que o Sub-Zero B é mais eficiente para lutar contra esse inimigo.”
A jogabilidade é bem próxima do game anterior: os combos e juggles continuam presentes e são a chave para a vitória. Contudo, a movimentação agora é mais livre, o que deve impedir as famosas “apelações”. Para combater esse tipo de coisa, inclusive, agora é possível escapar de diversas maneiras, como pulando para longe ou jogando alguma coisa na cara do inimigo.
Os comandos e movimentos parecem estar mais leves que no game anterior, e isso acaba tornando o game mais acessível a quem não tem muita familiaridade com games de luta.
Outro ponto que chamou a atenção foram os detalhes gráficos. A nova engine utilizada no game permite efeitos especiais impressionantes, como as “faíscas” que saem do corpo do Scorpion a medida que ele se movimenta. Tudo é incrivelmente bem preparado e esse tem tudo para ser um jogo belíssimo, visualmente falando.
Nós testamos as duas versões do jogo, tanto para Xbox One quanto para PlayStation 4. Os detalhes dos cenários, efeitos especiais, partículas e a velocidade do jogo são exatamente iguais em ambas as versões, com um único detalhe: a versão para o console da Microsoft parece ter uma resolução um pouco mais baixa. Porém, vale lembrar que essa é uma versão beta, e o jogo será lançado apenas em 2015.
Fonte: Baixaki Jogos: http://www.baixakijogos.com.br/

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