ZGB Start: Novidades da BGS 2014: 1º dia para Imprensa / Halo / Until Dawn / Resident Evil 2 / Xbox One.



Jogamos Halo: The Master Chief Collection. Que remasterizações de respeito!

Um dos hypes que alimentam os donos de Xbox One para este fim de ano é o glorioso Master Chief, principal mascote da marca Xbox e motivo de orgulho dos fãs da empresa. E não é para menos: o supersoldado ganhará uma compilação exemplar em novembro, com os quatro primeiros jogos canônicos da franquia (Halo: Combat EvolvedHalo 2Halo 3 e Halo 4, sem contar os spin-offs) totalmente remasterizados para o Xbox One.
Em um Hands-On a portas fechadas no estande da Microsoft na BGS, o BJ sentiu um gostinho do que está por vir, e a transição gráfica está absurda. A começar pela interface, absolutamente robusta e funcional, como uma espécie de hub mesmo, em que o jogador pode escolher qual das aventuras quer seguir, alterar para o canal de Halo: Nightfall (a vindoura série baseada na franquia), curtir a bela trilha sonora e mais. Aliás, há um “botão mágico” que permite ao usuário jogar todos os quatro numa tacada, sem alternar!

As quatro aventuras sem interrupção

Infelizmente, não foi permitida a captura de qualquer foto ou filmagem do material sendo demonstrado. Mas vocês, fãs da franquia, assim como eu, vão pirar com um botãozinho do menu principal que permite ao usuário curtir os quatro Halo de uma só vez. Exatamente: você inicia a campanha do primeiro jogo e só termina ao final do quarto! Sem precisar alternar, sem confundir os saves, nada. É como se os quatro fossem um jogo só. É incrível.
Joguei uma porção generosa de Halo 2, o meu favorito da franquia. Ao meu lado estava Dennis Ries, gerente de desenvolvimento e negócios da 343 Industries, desenvolvedora que assumiu o projeto após a saída da Bungie e deu continuidade ao bom trabalho já realizado.

Transição de gerações ao alcance de um botão

Halo, para quem não conhece, é um shooter que definiu alguns paradigmas na indústria: a autorrecuperação de energia, o lançamento de granadas através de um botão (e não de uma escolha do seu arsenal) e a vastidão de mapas com um excelente design. Tudo que foi estabelecido pela série está ali, intocado, mas temperado com os requintes da nova geração.
E há que se ressaltar um aspecto importante aqui: Halo e Halo 2 são do primeiro Xbox. Ou seja, esses dois games serão remasterizados “pulando” uma geração, já que apenas o primeiro jogo ganhou uma Anniversary Edition – e agora está ainda melhor.
Ao apertar o botão “Back” no controle do Xbox One a qualquer momento da jogatina, o visual é rapidamente alternado para o aspecto antigo. E você vai estranhar muito essa transição. Alguns chamam a técnica de “perfumaria”, mas não: o que se tem aqui é um redesenho completo do que já existia. Essa opção existe justamente para que a Microsoft possa mostrar a estratosférica diferença gráfica entre os títulos antigos e as versões remasterizadas.
O detalhe é que o áudio também foi completamente retrabalhado. Ao disparar com metralhadoras usando a estética antiga, o som é abafado, opaco, com as limitações daquela época (estamos falando de uma década!). Agora, tudo está equalizado de maneira atualizada, com distribuição homogênea dos efeitos sonoros e disparos que são condizentes com os sons de qualquer shooter robusto atual. É bem divertido apertar “Back” e notar essas diferenças.

Texturização, resolução e taxa de quadros por segundo impecáveis

1080p e 60 fps. Esses já são os números oficiais em que todos os quatro jogos rodarão, sem qualquer gargalo. No teste que fiz, até mesmo quando apertei “Back” para alternar ao visual antigo, não houve qualquer sinal de lentidão. Tudo roda com fluidez, liso e de forma responsiva.

Oportunidade imperdível para quem não conhece a franquia

A Microsoft teve uma ótima sacada ao pensar em trazer os quatro primeiros jogos da série para aquecer os jogadores ao aguardado Halo 5: Guardians. Os donos de Xbox One têm uma oportunidade imperdível em mãos. Além disso, a empresa de Bill Gates anunciou um bundle com um Xbox One branco e The Master Chief Collection por R$ 1.999. O pacote é exclusivo do Brasil!
Halo: The Master Chief Collection será lançado em novembro exclusivamente para Xbox One.
Fonte: Baixaki Jogos

BJ jogou: Until Dawn traz promessa de bons sustos no PS4.

 Se a febre do momento é ver vários jogos de terror dando as caras aqui e ali, as produtoras precisam se esforçar para não cair na mesmice. E, se você está de olho em Until Dawn, pode ficar tranquilo: ele vem com a promessa de oferecer uma experiência diferente de algumas coisas que já vimos por aí.
Durante a Brasil Game Show 2014, a equipe do BJ teve a oportunidade de conferir uma demonstração curta, porém capaz de dar uma ideia daquilo que estará na versão final do jogo, que segue sem data de lançamento definida e que contará com dublagem em português.

Casa do Tinhoso

A demonstração que conferimos começou com a protagonista e mais um amigo investingando alguns cômodos de uma casa. Eles estão conversando sobre os eventos da noite passada (basta lembrar que um dos pontos importantes da aventura é a noite em que o grupo decide brincar com o joguinho macabro) quando um fantasma aparece na melhor das intenções indicando um caminho.
É aí que você começa a ter controle real sobre a cena. A primeira coisa que você vai perceber assim que estiver no comando é que a personagem apenas caminha (não adianta apertar algum botão esperando correr, pois isso não vai acontecer), e os personagens continuam interagindo enquanto a ação acontece.
A missão consistia em, basicamente, investigar uma casinha de bonecas, recuperar uma chave e abrir uma porta nos arredores. Porém, nem tudo foi tão tranquilo assim, já que nesse período fomos surpreendidos com alguns sustos. E fique sossegado, vamos deixar o texto livre de spoilers, mas um deles certamente vai fazê-lo pular da cadeira, sofá ou onde estiver sentado jogando. Ah, e não vimos nenhuma morte, ou sequer tomamos alguma decisão importante nesse processo.

Ajuda do DualShock 4

Muito do que você vê na tela só vai acontecer com o auxílio do DualShock 4. Lugares nos quais você precisa usar uma chave só abrirão se o controle for movido na direção certa, enquanto a superfície sensível ao toque vai servir para passar páginas enquanto estiver lendo um livro ou um caderno de anotações, por exemplo.
Além do DualShock 4, outra coisa que vale mencionar é a dublagem. Ela não está tão boa quanto a vista em The Last of Us, mas cumpre bem o seu papel. Há até algumas piadinhas que foram bem traduzidas, como a que é feita no momento em que o fantasma aparece pela primeira vez na demonstração (quando a protagonista diz “você não viu o fantasma? Olhando o celular? Claro, tava no Twitter, né? Aproveita e coloca uma mensagem com a hashtag vi um fantasma”).
Infelizmente, não conseguimos avançar muito, já que a demonstração durou cerca de cinco minutos. Porém, ficamos satisfeitos com o que vimos, e saímos com a impressão de que certamente podemos esperar um bom jogo vindo por aí para ampliar a biblioteca do PlayStation 4.

RE: Revelations 2 traz de volta o terror enraizado; veja nossas impressões.

Resident Evil: Revelation ganhou ainda mais projeção quando foi portado do 3DS para PlayStation 3, Xbox 360 e PC ano passado. O game foi uma grata surpresa aos fãs por trazer o terror estabelecido pela franquia em seu nascimento, na década de 90, ao mesmo tempo em que adotou mecânicas atuais e robustas.
Resident Evil: Revelations 2 foi uma das grandes revelações da Tokyo Game Show em setembro deste ano. A Capcom, em um ato de muito boa-fé com os brasileiros, resolveu trazer o game para a BGS 2014. Sim, somos o segundo país a experimentar o título! Estamos “empatados” com os Estados Unidos, onde está rolando a Comic-Con de Nova York, que também conta com uma demonstração da sequência.

Manutenção do terror

Como tudo que é bom dura pouco, assim foi a demo que o BJ jogou a portas fechadas na BGS: rápida e concisa. Nela, assumimos o controle de Claire, velha conhecida da série, e Moira, a novata, filha de Barry Burton, outro personagem muito querido pelos fãs.
A história tem um ar de mistério ainda maior e até mistura conceitos de um reality show insano. As duas personagens acordam num depósito macabro e, sem saber como foram parar ali, são monitoradas por câmeras. Uma voz se comunica com elas e diz o que devem fazer para prosseguir. Portas fechadas são abruptamente abertas sem razão aparente, câmeras vigiam as garotas e há uma sensação constante de ser espiado. Conforme mencionado, é como um reality show mesmo, mas sem ser “engraçado”: a atmosfera macabra permeia cada corredor, e a sensação de ser observado é onipresente.

Como elas estão ali? Por quê? Quem as controla?

Ninguém sabe. E é isso que mantém o ar de mistério, é isso que dá o gancho para que a empolgação do jogador fique em alta no formato episódico que o game terá.
Claire e Moira são vigiadas por alguém que se comunica com elas através de alto-falantes e de uma espécie de pulseira interativa alocada no pulso de Claire. O dispositivo pisca quando a personagem recebe alguma notificação – e ah, ela não faz a menor ideia de como aquilo foi parar ali.
Portanto, as duas devem trabalhar juntas para achar uma saída e entender o porquê de tudo aquilo. A história se passa entre os eventos de Resident Evil 5 e Resident Evil 6.

As características de cada personagem e o aspecto tático

Colocar o jogador na pele de duas personagens foi uma grande sacada da Capcom. Aqui, não se trata de uma questão de escolha arbitrária, e sim estratégica. Em determinados momentos, Claire será exigida. Em outros, Moira empresta seus talentos. E que habilidades cada uma tem?
Na demo que jogamos, Claire, por exemplo, é a “durona” da dupla e porta armas de fogo. Moira, por sua vez, até aparenta ser “inocente” no começo, mas não se engane: justamente por não ser muito chegada em tiroteios, a garota consegue pensar com mais frieza e age como uma espécie de auxílio a Claire. A filha de Barry utiliza uma lanterna cuja luz pode ser projetada no rosto dos inimigos e, assim, atordoá-los temporariamente, permitindo que um eficiente golpe corpo a corpo seja aplicado. É um trabalho em equipe que funciona muito bem.
Por outro lado, Moira não usa armas de fogo. Porém, ela sabe lidar com armas brancas (canos, chaves inglesas, pés de cabra etc.). Esse posicionamento coloca o jogador numa encruzilhada em determinados momentos; a alternância entre tiroteio e porradas faz parte da estratégia e cria um esquema tático que se encaixa muito bem na atmosfera de terror do game.
Após enfrentar uns três ou quatro inimigos e abrir algumas portas em corredores claustrofóbicos, a demo termina de forma eletrizante, sem desfecho, deixando o brilho de ansiedade nos olhos. Ainda se trata de uma build, mas o visual (jogamos a versão de PS4) é absolutamente respeitável, com efeitos de névoa e respingos de sangue que dão o tom de terror clássico. A fluidez está ótima também, sem gargalos.

Formato episódico com muito conteúdo

Para quem não sabe, Resident Evil: Revelations 2 terá quatro episódios lançados digitalmente e com uma variedade de conteúdo extra. Aos que conseguirem esperar, haverá também uma versão física a ser lançada após o formato digital. Ela trará o jogo compilado, completinho, e ainda com mais conteúdo adicional.
O modo RAID também está de volta e promete trazer desafios ainda mais cabeludos. A escassez de munição e recursos e a força turbinada dos inimigos são só alguns dos elementos.
A campanha pode ser jogada cooperativamente em tela dividida, offline, no mesmo console. O caráter online estará presente no modo RAID.
E o gostinho de quero mais está entre nós. Infelizmente, não foi permitida a captura de fotos ou filmagens, mas o BJ entrevistou Fábio Santana, gerente de relações públicas da Capcom para o Brasil, e conseguiu informações ainda mais quentes que vocês vão conferir em breve em vídeo. Fiquem ligados!
Resident Evil: Revelations 2 será lançado para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360 e PC em 2015.

Microsoft anuncia bundle brasileiro de XOne com 1TB e CoD: Advanced Warfare.

Durante sua coletiva de imprensa na Brasil Game Show 2014 (BGS), a Microsoft anunciou que lançará em breve aqui no Brasil o seu bundle contendo uma edição limitada do Xbox One e uma cópia do jogo Call of Duty: Advanced Warfare
O kit custará R$ 2,299 e está previsto para chegar às gôndolas nacionais no mês de dezembro, mas a empresa não revelou o dia exato no qual o bundle será disponibilizado no mercado.
Anunciado há algum tempo em países estrangeiros, o kit contém uma edição customizada do console em sua versão de 1 TB de memória; até mesmo o gamepad possui um visual diferenciado, com desenhos nas cores cinza e laranja. A versão de Advanced Warfare que acompanha o video game é a Zero Day Edition, que inclui uma série de mordomias para o jogador (como as armas exclusivas AK-12G Assault Rifle e Crossbow-B2). Lá fora, o bundle será vendido por US$ 499,99.

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