ZGB Start: A indústria de games se despede de Satoru Iwata e muito mais.
A indústria de games se despede de Satoru Iwata
Satoru Iwata foi certamente uma das maiores figuras no mundo dos games por muitos anos. Assim, não se mostrou nenhuma surpresa que, desde sua morte, a internet foi simplesmente inundada com mensagens de despedida. Tivemos, inclusive, declarações de alguns dos principais funcionários da companhia, como Shigeru Miyamoto e Satoru Shibata.
Quem pensou que a história acabava por aí está bastante enganado. Isso porque, juntando-se aos fãs do CEO e da Big N, dezenas de outras figuras na indústria – entre desenvolvedores indies, empresas e figurões de outras companhias – vieram dar sua palavra em respeito.
“Eu sempre admirei seus comentários pessoais, fáceis de entender sobre jogos em desenvolvimento em seu Nintendo Direct”, declarou Shuhei Yoshida, presidente da Sony. “Ele foi uma inspiração como líder de uma das mais influentes companhias da indústria de jogos, que costumava fazer games ele mesmo e sempre foi um gamer”, disse ele.
Yoshida continua: “Eu sempre respeitei os jogos da Nintendo, como eles são super acessíveis e polidos para todos jogarem e aproveitarem, e eu compreendo que Iwata-san foi um dos indivíduos-chave que mantiveram esse alto padrão de qualidade através de todos os títulos da Nintendo. Eu apenas desejo que ele descanse em paz. Obrigado por todo o seu trabalho para uma indústria de games melhor.”
É claro que o chefe da divisão do Xbox na Microsoft não ficou quieto sobre o assunto. “Quando eu entrei na ‘indústria’ e aprendi o que significava construir jogos, crescer franquias e realmente virar parte da indústria é que eu entendi o porquê de a Nintendo ser especial”, comentou Phil Spencer.
Para ele, a famosa frase de Iwata é algo que ele usa diariamente ao tomar decisões para a empresa. “A Nintendo definiu excelência, longevidade e autoconfiança em sua própria visão. Nas vezes em que me encontrei com Iwata-san eu sempre levei embora alguém que acreditava no ‘porquê’ por trás dos games e plataformas que eles construíram. Eu acho que isso nasceu do fato de que ele era um gamer de coração”, terminou.
Já para Peter Molyneux, Satoru Iwata foi um “verdadeiro visionário”. “Sob sua tutela a Nintendo produziu possivelmente os mais disruptivos sistemas que nós jamais vimos, o Wii e DS provaram que ser corajosos e com visão do futuro pode levar ao grande sucesso. Ele foi e vai permanecer um dos pilares que fazem esta indústria tão incrível. Sentiremos sua falta intensamente”, disse o fundador da 22Cans.
A Nintendo se despede
O próprio quartel-general nipônico da Nintendo, por sua vez, fez seu tributo à perda: como a imagem do tweet abaixo mostra bem, a empresa baixou as bandeiras do prédio.
任天堂本社前です。岩田社長が亡くなられたということで半旗が掲げられていました。マスコミの姿も無く、ひっそりとしています。改めてご冥福をお祈りいたします。
Por falar novamente na Big N, outro figurão a dar suas palavras foi ninguém menos do que Reggie Fils-Aime, chefão da Nintendo of America e parte do trio de executivos mais famosos da empresa. Confira a declaração abaixo:
“Sr. Iwata se foi, mas vão se passar anos antes de seu impacto tanto na Nintendo e na indústria de videogames como um todo seja totalmente apreciada. Ele era um líder forte para nossa companhia, e seus atributos eram claros para quase todo o mundo: inteligência, criatividade, curiosidade e senso de humor. Mas para aqueles de nós afortunados o suficiente para trabalhar de perto com ele, o que será lembrado mais será sua orientação e, especialmente, sua amizade. Ele foi um homem maravilhoso. Ele sempre nos desafiou a seguir em frente... A tentar o novo... A derrubar paradigmas – e acima de tudo, para engajar, animar e encarecer nossos fãs. Esse trabalho vai continuar ininterrupto.”
O adeus da indústria
Nas redes sociais, não faltaram pessoas para seus tributos. Para começar, temos nada menos do que uma das maiores concorrentes da Nintendo, em uma singela mensagem:
Thank you for everything, Mr. Iwata.

Mortal Kombat X segue sem previsão no PS3 e no Xbox 360
Os donos de PS3 e Xbox 360 não sabem até quando vão ter que esperar para poder botar as mãos em Mortal Kombat X, a menos que eles comprem um console da nova geração. Já estamos em julho e até agora nada da Warner Bros. dar uma previsão mais exata do título de luta nos aparelhos da geração anterior.
Em função desse silêncio, diversas revendas oficiais mundo afora alteraram a data de lançamento estimada para o final deste ano. O pessoal da Game Informer entrou em contato com a empresa e ela respondeu que “não tem nada a comentar a não ser o que já foi dito”.
Tudo o que se sabe é que a adaptação para os antecessores do PS4 e do Xbox One está a cargo da High Voltage Software e tinha previsão original para este inverno. Está certo que a estação ainda não terminou, mas é estranho a Warner não ter dito mais nada a respeito de Mortal Kombat X no PS3 e no Xbox 360, não é mesmo?
Por enquanto, o game está disponível apenas para PlayStation 4, Xbox One e PC.
FONTES
- Game Informer
- MCV UK

Susto antecipado: Fight Nights at Freddy’s 4 agora sai em agosto
Lançar um jogo de terror no Dia das Bruxas (a festividade norte-americana do Halloween, em 31 de outubro) é algo bastante simbólico, apesar de manjado — quem comprar o título já no primeiro dia pode levar os primeiros sustos já durante um dia especial.Porém, não é isso que vai acontecer com Fight Nights at Freddy’s 4: The Final Chapter. O game estava programado para o Halloween, mas foi adiantado em dois meses. Agora, ele será lançado em 8 de agosto.A mensagem foi revelada pelo desenvolvedor do game, Scott Cawthon, a uma série de youtubers. Autorizados, eles rapidamente repassaram a informação aos assinantes do canal. O game de terror para PC, que envolve sustos rápidos e figuras assombrosas, é bastante utilizado em transmissões ao vivo e gravadas de gameplays.Para não perder o espírito do sobrenatural, Fight Nights at Freddy’s 4: The Final Chapter ganhará uma expansão gratuita em 31 de outubro, mas o conteúdo ainda não foi revelado. E, assim como Jason voltou (muitas vezes) após o filme "Sexta-Feira 13 - Parte 4: O Capítulo Final", há quem acredite que esse também não será o último da franquia.FONTESIMAGENS

Ubisoft quer ousar e diz que “assume mais riscos do que a concorrência”
A Ubisoft tem um legado enorme sobre o qual se respaldar. Franquias consolidades como Assassin’s Creed, Splinter Cell,Rayman, Ghost Recon e tantas outras vieram das mãos da dela, mas a empresa passou por algumas turbulências com questões relacionadas a downgrade (Watch Dogs) e lançamento problemático de alguns títulos, a exemplo de Assassin’s Creed Unity. Ainda assim, a desenvolvedora lucrou um monte e diz que está “assumindo mais riscos do que seus concorrentes”.Por mais que Watch Dogs tenha tido seus problemas, o game foi um sucesso de vendas e, junto a Far Cry 4, The Crew e Assassin’s Creed Unity, gerou mais de 1 bilhão de euros em receita. Mas 2014, sabemos bem, foi um ano de aprendizado à desenvolvedora.“Estamos muito sensitivos a tudo o que os fãs estão dizendo. Quando [Assassin’s Creed Unity] foi lançado, tivemos de reagir e decidimos ser o mais transparentes possíveis. A mudança de comportamento foi rápida em nossos fãs porque corrigimos os erros rapidamente. Hoje, os jogadores estão felizes com Unity, e o número está crescendo, o que é bom para o nosso próximo jogo”, contou Alain Corre, diretor executivo da Ubisoft-EMEA, ao MCV do Reino Unido.
A missão de Assassins’s Creed Syndicate: redenção
A próxima entrada da série é Assassin’s Creed Syndicate, game que se passará na Londres vitoriana e terá dois protagonistas, um homem e uma mulher. “Sempre tentamos fazer o game mais polido possível. Respeitamos nossos fãs. O mote da empresa é qualidade e inovação. Mas também estamos criando jogos grandes, em mundo aberto, que estão aumentando a complexidade. É muito trabalho. Vale a pena, mas estamos tentando beirar os limites e surpreender as pessoas, e isso traz muitos riscos”, explicou.Com a chegada do novo Assassin’s Creed, uma sequência para South Park: The Stick of Truth, o retorno de Ghost Recon e também de Rainbow Six, além de novas IPs como The Division e For Honor, a Ubisoft diz que está “assumindo mais riscos do que os colegas rivais” e que “está no DNA trazer novas IPs”. “Está em nosso DNA trazer novas IPs. Estamos assumindo mais riscos do que nossos colegas rivais porque acreditamos que nosso mercado vai crescer”, ponderou.
Blockbuster atrás de blockbuster? Não: uma filosofia mais liberal
Parte do crédito que a Ubisoft tem se deve ao engajamento dela com a comunidade, especialmente a brasileira, que está crescendo exponencialmente graças ao engajamento que a empresa faz nas redes sociais e iniciativas como a UbiTV.Outro fator interessante é que a Ubi apoia projetos “menores”, que têm pinta de indie, como Child of Light, Valiant Hearts e Grow Home, entre outros. Esses títulos geraram milhões à empresa e foram tão aclamados quanto os blockbusters que ela tem no portfólio. “Com Child of Light, por exemplo, o criador quis algo diferente de um shooter, uma história poética de uma garotinha num ambiente mágico. Pensamos que seria ótimo, vamos tentar, vamos fazer, e deu muito certo”, contou Corre ao veículo britânico.O portfólio da Ubisoft é recheado de títulos dos mais diversos gêneros, e a E3 2015 foi um deleite à parte para a desenvolvedora, que está com novas IPs na manga e franquias já consagradas como “coringas”. No Brasil, praticamente todos os jogos da empresa chegam totalmente em português, e nossa comunidade é uma das maiores do mundo.E você, o que acha disso? Como analisa o posicionamento da Ubisoft no mercado? Compartilhe conosco abaixo.FONTES





















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