ZGB Start: VEJA O QUE É PRECISO TER PARA RODAR FINAL FANTASY XV EM SEU COMPUTADOR / DESENVOLVEDORES REVELAM DETALHES SOBRE O FIM DA VISCERAL

VEJA O QUE É PRECISO TER PARA RODAR FINAL FANTASY XV EM SEU COMPUTADOR

Após a Square Enix divulgar erroneamente que seria preciso ter uma GTX 1080 para rodar Final Fantasy XV bem no PC, as especificações mínimas e recomendadas para o jogo finalmente foram divulgadas. Graças à Windows Store, finalmente sabemos que não vai ser preciso ter um “PC parrudo” para conseguir jogar o game com uma boa taxa de quadros.
Segundo a página dedicada ao RPG, basta ter um processador Intel Core i5 2400 ou AMX FX-6100 combinado a uma GTX 760 (ou equivalente) para que o jogo possa ser executado em suas especificações mínimas. Em compensação, quem quiser tirar proveito de tudo o que seus gráficos oferecem ter que possuir, no mínimo, uma GTX 1060.

Mínimas

  • OS: Windows 10
  • DirectX: Versão 11
  • Memória RAM: 8 GB
  • Processador: Intel Core i5 2400 (3,1 GHz) ou AMD FX-6100 (3,3 GHz)
  • GPU: NVIDIA GeForce GTX 760

Recomendadas

  • OS: Windows 10
  • DirectX: Versão 11
  • Memória RAM: 16 GB
  • Processador: Intel Core i7 3770 (3,4 GHz) ou AMD FX-8350 (4.0 Ghz)
  • GPU: NVIDIA GeForce GTX 1060
Final Fantasy XV
Vale notar que essas especificações se referem à capacidade de rodar o jogo na resolução Full HD com uma taxa de quadros acima de 30 fps. Segundo o diretor Hajima Tabata, nem mesmo uma GTX 1080 Ti se mostrou capaz de reproduzir o game em 60 fps na resolução 4K quando todos os detalhes visuais preparados pela Square Enix estão ligados no máximo.
Já disponível para Xbox One e PlayStation 4, Final Fantasy XV tem recebido atualizações constantes desde que chegou às lojas — a próxima delas deve introduzir um modo multiplayer ao game. A versão PC ainda não tem uma data de lançamento definida, mas deve ser liberada pela desenvolvedora no início de 2018.

DESENVOLVEDORES REVELAM DETALHES SOBRE O FIM DA VISCERAL

Pouco após a Electronic Arts decidir fechar o estúdio Visceral — encerrando o desenvolvimento de seu Star Wars no processo — começam a surgir mais detalhes sobre o que levou à decisão. Segundo um ex-membro do estúdio, que falou anonimamente ao Kotaku, o fato de o projeto se tratar de uma experiência single player não foi o fator decisivo para o fim de suas atividades.
Conforme a matéria explica, o projeto do game de Star Wars surgiu originalmente como um game de pirataria de mundo aberto que foi adaptado assim que a EA adquiriu a licença sobre a série. A chegada de Amy Hennig, roteirista da série Uncharted, fez com que a equipe mudasse de um projeto de mundo aberto para um jogo de ação focado em narrativa.
Segundo o ex-desenvolvedor, o título se focaria em um caçador de recompensas chamado Dodger e em sua equipe, que seria controlável pelo jogador. A história se passaria entre os eventos do primeiro filme e O Império Contra-ataca, sendo que os personagens que não estão sob seu comando seriam controlados pela inteligência artificial.

Sequência de problemas

Entre os problemas enfrentados pela Visceral estava o fato de que metade de sua equipe estava dedicada a Battlefield Hardline quando o processo de desenvolvimento foi iniciado. Mesmo quando o jogo foi lançado, o time continuou com menos pessoas do que o necessário visto que alguns funcionários continuarão se dedicando a lançar atualizações e correções para o jogo de tiro.
Star Wars
Também contribuiu para o desgaste o estúdio a pressão de executivos, mudanças no processo de desenvolvimento e dificuldades em trabalhar com a perspective em terceira pessoa na engine Frostbite. Somando isso ao alto custo de manter um estúdio em San Francisco e à lentidão em obter aprovação de processos, a Visceral e o projeto acabaram se tornando insustentáveis.
"a ideia de fazer um game desse escopo, com esses gastos, essa fidelidade e nesse estúdio nunca fez sentido"
Segundo outro ex-funcionário informou à Kotaku, seria preciso gastar aproximadamente US$ 100 milhões para finalizar o game, algo que dificultava sua rentabilidade. “No fim das contas, a ideia de fazer um game desse escopo, com esses gastos, essa fidelidade e nesse estúdio nunca fez sentido”, afirmou.
O desenvolvimento do Star Wars da Visceral passou para a mão de times de desenvolvimento da EA Worldwide Studios, que serão liderados pela EA Vancouver. Ainda sem muitos detalhes revelados até o momento, o game promete uma “experiência ampla que permite mais variedade e influência do jogador”, deixando de lado a estrutura mais linear do projeto original.

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